width: 550px; (largura) height: 200px; (altura) width: 550px; (largura) PaTota DiGitaL

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A INSERÇÃO DO GÊNERO DIGITAL BLOG NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

Leonardo Neves de Macêdo (UEPB)
Maria Lúcia Serafim (UEPB)

RESUMO:

O presente artigo fruto de estudo monográfico fundamenta-se na crença de que a inserção de gêneros digitais, no caso desta pesquisa o escolhido foi o blog, a prática pedagógica do professor possibilite motivação e aprendizagem ao professor e aos estudantes. O objetivo foi inserir os alunos numa vivência didática com a ferramenta, integrando este site aos estudos da disciplina. O percurso da pesquisa pautou-se: na forma como o professor se apropriou dos gêneros digitais para que estes fossem inseridos na sua prática pedagógica; na capacidade dos alunos de desenvolver habilidades cognitivas, sociais e de comunicação quando orientados pelo professor no uso de ferramentas digitais como o blog. A pesquisa realizou-se na Escola Normal Estadual Padre Emídio Viana Correia na cidade de Campina Grande – PB e foram participantes focais: 01 professor de Biologia e 23 alunas do 2º ano D, nos meses de maio a junho de 2009, sendo de natureza qualitativa, exploratória e de intervenção aliando alguns dados quantitativos, mas com ênfase nos relatos escritos na forma de diário, de estilo informal e narrativo, realizados a partir de intervenção na realidade escolar.

Palavras-chave: Prática Pedagógica, Tecnologias Digitais, blog.


https://rapidshare.com/files/460786742/A_INSER____O_DO_G__NERO_DIGITAL_BLOG_NA_PR__TICA_PEDAG__GICA.pdf

Leitura, texto e hipertexto (XAVIER, 2004)


   1. Como podemos definir hipertexto?

   2.  Cite pelo menos duas das características apresentadas por Xavier (2004) em relação ao comportamento leitor e a competência leitora dos internautas e comente-as.

 3. A posição de Xavier em relação à existência do hipertexto numa sociedade da informação como responsáveis pela mudança de comportamento entre autoria e leitores não parece exagero? Justifique.

LER NA TELA – LETRAMENTO E NOVOS SUPORTES DE LEITURA E ESCRITA. (RIBEIRO, 2007)



1.   1. Ribeiro (2007) aponta que “cada suporte, à medida que foi inventado e refinado, criou especificidades” na maneira de ler e de escrever das pessoas. Comente pelo menos três mudanças, apresentadas pela autora, que incidiram no modo como os leitores/escritores se apropriaram dos novos suportes e dos novos recursos para as antigas práticas
.
2.      2.  Por que hipertextos são sempre textos, mas nem todo texto é um hipertexto? Exemplifique.

3.     3. Segundo a autora, qual deve ser a postura da escola e dos professores diante da versatilidade dos gêneros, de maneira que os alunos não tenham a sensação de completo estranhamento quando tiverem contato com novas possibilidades de texto ou de suporte?

ESPAÇOS E FRONTEIRAS DA “LIBERDADE DE EXPRESSÃO” EM BLOGS NA INTERNET

Fabiana Komesu
Universidade Estadual Paulista, SP.

RESUMO


Neste artigo, proponho discutir a noção corrente de “liberdade de expressão”, comumente associada a práticas de escrita na internet, a exemplo de blogs. De uma perspectiva dos estudos da Análise do Discurso, interessa-me observar questões de ordem linguística e discursiva que possibilitam a emergência de certos enunciados em rede, em meio à trama da multiplicidade das relações sociais que condicionam o(s) dizer(es) na contemporaneidade. De maneira particular, busco caracterizar as condições de produção da linguagem em rede, na constituição de espaço, entendido segundo problemática social (SANTOS, 1996, 2008), em sua relação com a História, compreendida segundo descontinuidades (FOUCAULT, 1997).

Palavras-chave: escrita; discurso; internet.


https://rapidshare.com/files/460755847/ESPA__OS_E_FRONTEIRAS_DA_LIBERDADE_DE_EXPRESS__O_EM_BLOGS_NA_INTERNET.pdf

MÍDIAS NA ESCOLA: RECURSOS DIDÁTICOS OU FINS PEDAGÓGICOS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA?

Daniele Ferreira Ribeiro
Universidade Federal de Campina Grande, PB

RESUMO

A educação é um dos segmentos sociais que vem sendo modificado pela presença das mídias, exigindo do professor novas formas de ensinar, voltadas para formação de um aluno crítico e mais exigente perante os conteúdos midiáticos que lhes são apresentados. Para que a criticidade seja desenvolvida, contudo, é necessária capacitação profissional de ordem teórica e prática, reconhecendo que usar mídias em favor da educação é ir além de tê-las com o recurso didático, concebendo-as a partir de finalidades pedagógicas. Assim sendo, a presente monografia teve dois objetivos: (1) Averiguar se professores de Língua Portuguesa das séries finais do ensino fundamental das redes pública e privada de Campina Grande-PB utilizam mídias em sala de aula e (2) Em caso afirmativo de 1, verificar de que maneira os professores utilizam as mídias em suas aulas: como recurso didático ou com uma finalidade pedagógica definida. Para tanto, foi realizada uma pesquisa descritivo-interpretativista, cujo corpus foi composto por questionários aplicados com professores de Língua Portuguesa. O estudo foi fundamentado em autores como Kenski (2003), Prado (2005), Coscarelli (2005), Moran (2009) e Almeida (2007). Os resultado obtidos sinalizaram que todos professores participantes da pesquisa disseram fazer uso de pelo menos uma das cinco mídias focalizadas no trabalho (impressa, televisiva, internet, rádio e audiovisual). Além disso, evidenciaram que tanto os professores da rede pública quanto os da rede privada utilizam de forma semelhante as mídias, predominando o uso pedagógico.

Palavras-chave: Mídias. Recurso didático. Recurso pedagógico.



Por uma Genealogia da Blogosfera: considerações históricas (1997 a 2001)

Fábio MALINI
Universidade Federal do Espírito Santo, ES
RESUMO

Este trabalho apresenta resultados preliminares, da pesquisa financiada pelo CNPQ, que busca apresentar a genealogia da blogosfera, no intuito de constituir – em médio prazo - um marco teórico geral sobre os blogs como novos dispositivos de comunicação. Este artigo, desta maneira, recupera a história de nascimento (em 1997) até o momento em que os blogs aparecem como veículos de comunicação alternativos à cobertura jornalístico do 11 de setembro, abrindo assim o período de impactos sociais dos blogs no modus operandi da produção da agenda de opinião internacional e nacional.

PALAVRAS-CHAVE: blogs, internet, comunicação, jornalismo

https://rapidshare.com/files/460744254/Por_uma_Genealogia_da_Blogosfera_considera____es_hist__ricas__1997_a_2001_.pdf